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1 Scanner detecta cocaína em vinho em Qui Jan 06, 2011 6:33 pm

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Legenda: Funcionário da alfândega suíça controlando um veículo (Keystone)


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  • Suíça e USA dividem mais dinheiro do narcotráfico
  • "Nossos testes de drogas não são serviço para traficantes"
  • Suíça é um dos países com maior consumo de drogas






Por Emily Wright, swissinfo.ch




A mais recente artimanha do narcotráfico foi desmascarada por cientistas que descobriram uma maneira de detectar cocaína em líquidos, sem precisar abrir a garrafa.



Cientistas suíços mostraram que um scanner clínico pode ser usado não apenas para localizar tumores e cânceres no corpo humano, mas também para encontrar cocaína dissolvida em vinho ou outro líquido.

Máquinas de ressonância magnética (MRI) usadas normalmente para scannear joelhos ou o cérebro, por exemplo, também é capaz de descobrir vestígios de cocaína em vinho usando uma técnica chamada espectroscopia por ressonância magnética.

Giulio Gambarota lidera a equipe de pesquisadores das Universidades de Lausanne e Genebra:

"Dá para “degustar” quantas garrafas de vinho quiser, sem abri-las. O conteúdo não é danificado e os traficantes nem suspeitam que foram analisados, podendo ser rastreados com mais facilidade", disse à swissinfo.ch.
Tecnologia antiga



Um estudo recentemente publicado por Gambarota e sua equipe na revista "Drug Testing and Analysis” revela que métodos como a radiografia ou fluoroscopia - utilizados nos aeroportos - não podem identificar a substância específica que contamina o vinho, mas podem detectar substâncias estranhas no líquido.

Em 2008, um estudo de radiológico demonstrou que a densidade do vinho varia conforme a quantidade de cocaína dissolvida nele.

No entanto, densidades semelhantes também foram encontradas na bebida com outras substâncias dissolvidas, como o açúcar.

Portanto, a técnica pode ser usada para ver se a carga foi contaminada, sem determinar a natureza do poluente. Os pesquisadores demonstraram que os scanners IMR podem identificar especificamente a cocaína no vinho ou em outro líquido, o que significa que não é necessário abrir a carga para controlar a natureza da substância estranha.

Este método também é muito rápido, porque possibilita ver um grama de cocaína em um minuto.
Artimanhas



Nos últimos anos tem havido vários casos de cocaína dissolvida em álcool.

Em 2006, descobriu-se que em pouco mais de um ano entraram na Alemanha 100 quilos de cocaína em garrafas de rum importadas da República Dominicana.

No ano passado, um britânico morreu após ter bebido uma garrafa de rum contaminado.

A Secretaria Federal de Alfândega da Suíça informou à swissinfo. ch que houve vários casos de contrabando de cocaína misturada em vinho. A porta-voz da Secretaria de Alfândega, Stefanie Widmer, ressalta que os scanners IMT ainda não foram instalados. "Usamos ferramentas técnicas e trabalhamos com cães altamente sensíveis para farejar o cheiro de maconha camuflada em líquidos."

Gambarota lembra que mesmo que as autoridades comecem a usar scanners de ressonância magnética, não seria raro que os cartéis antecipassem o passo.

"Apesar desse método, aparecem novos truques a cada dia, especialmente com a cocaína em pó, que pode ser contrabandeada em qualquer tipo de recipiente, estátuas, etc".

A pesquisadora não se sabe se as descobertas feitas pela sua equipe vai fazer alguma diferença no tráfico de drogas. "Alguns cartéis ganham bilhões de dólares e podem se oferecer com isso a ajuda de cientistas e da tecnologia", adverte.

Emily Wright, swissinfo.ch
(Adaptação: Fernando Hirschy)]

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