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1 Bom custo/benefício e novo visual impulsionam vendas da Chevrolet Montana em Qua Jan 12, 2011 11:44 pm

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7/01/2011

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No segmento genuinamente brasileiro de pick-ups compactas, a disputa mais acirrada entre as marcas não é pela primeira colocação, sedimentada há anos pela Fiat Strada, que beira 10 mil unidades todo mês. É o posto de “vice” é que acirra a rivalidade. E esta disputa ficou ainda mais em evidência depois que a Chevrolet lançou a nova geração da Montana, em setembro. Só que os resultados apareceram apenas no último mês de 2010, quando o modelo vendeu 4.245 unidades – contra 2.188 unidades de novembro. Foi a primeira vez que a renovada pick-up realmente se aproximou da Volkswagen Saveiro – que emplacou 5.950 modelos no mesmo mês.

Como em uma espécie de “fonte da juventude”, a Montana se reergueu e atingiu um recorde mensal de emplacamentos no último mês. Parta ajudar a engordar os números, a versão topo de linha Sport corresponde por 30% do total de veículos que saem da planta da General Motors de São Caetano do Sul, na região do ABC, em São Paulo. Emperequetada de cima a baixo – com faróis com máscara negra, lanternas fumê e spoiler –, a pick-up vem com unidade de força 1.4 litro Econo.flex, que produz 97 cv de potência com gasolina e 102 cv com etanol a 6 mil rpm, além de 13,2/13,5 kgfm de torque máximo, livres nas 3.200 rpm.
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Por conta de suas características visuais, a versão Sport é mais esportiva e voltada para o lazer. A Chevrolet aposta que a variante alia o conforto necessário para o dia a dia e é até capaz de encarar uma aventura urbana. A intenção, assim, é fisgar os consumidores que querem modelos mais bem equipados – e bastante espaçosos – e roubar fatias do mercado, competindo com as versões “top” das rivais Saveiro Cross, Peugeot Hoggar Escapade e Fiat Strada, nas versões Sporting e Trekking.
Por R$ 44.040, a Montana Sport chega recheada com itens como ar-condicionado automático, direção hidráulica, trio elétrico, controle de cruzeiro, protetor de carter, protetor de caçamba, banco com ajuste de altura, computador de bordo, alarme, rádio/CD Player com MP3 e Bluetooth, barras de proteção no teto, além de maçanetas, capas dos retrovisores, molduras laterais e spoiler na cor do veículo. No quesito de segurança, a configuração oferece airbag duplo frontal, freios com ABS e faróis de neblina.
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E a aposta da versão é justamente no custo/benefício competitivo. No preço, a pick-up compacta da Chevrolet bate com a versão Cross da Saveiro 1.6, que surge por R$ 42.890, mas não traz ar-condicionado, airbags, ABS e CD Player de fábrica. Com esses itens, o modelo da Volkswagen atinge os R$ 48.840. Além disso, a unidade propulsora da Saveiro tem cavalagem similar à 1.4 da Chevrolet – atinge 104 cv abastecida com etanol. Já a Strada Trekking 1.4 – que dispõe de parcos 86 cv de potência – aparece praticamente “pelada” por R$ 36.890. Se a ideia for equipar a versão com todos os itens disponíveis na configuração Sport da Montana, o valor chega a R$ 47.913.
Outro modelo da Fiat que disputaria lugar com a Montana seria a recém-lançada versão Sporting. Por R$ 46.270, o modelo traz propulsor 1.8 de 132 cv, mas não tem equipamentos como capota marítima, ABS, airbags e rádio/CD/MP3 e Bluetooth. Todos esses “extras” acrescentariam R$ 4.488 ao modelo, resultando em elevados R$ 51.158. Outra concorrente à altura é a Hoggar Escapade, que aparece por R$ 43.500, mas não oferece ABS nem como opcional. Ou seja, independentemente do visual ou do motor, o custo/benefício é um dos argumentos mais significativos e muito bem explorado pela Montana Sport.
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Instantâneas


# A engenharia da General Motors no Brasil afirma que rodou com a nova Montana mais de 1,1 milhão de quilômetros, durante 13 meses no Campo de Provas de Cruz Alta, em Indaiatuba, interior de São Paulo.
# A Montana Sport chega com cinco opções de cores. As sólidas são Branco Mahler, Preto e Vermelho Lyra. As metálicas Cinza Artemis, Prata Polaris e Verde Jasper acrescentam R$ 827 ao valor da pick-up.
# Além da versão Sport, a Montana possui a configuração de entrada LS, que começa em R$ 31.990. O modelo, ao contrário da topo de linha, oferece o mínimo: banco do motorista com ajuste de altura, ar quente, protetor de caçamba e protetor do cárter.
# Em setembro, quando a nova geração da Montana foi lançada, a GM calculou vender 3.500 unidades mensais em um primeiro momento, número bem próximo das 3.100 unidades mensais da antiga geração da pick-up.
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Ficha Técnica


Chevrolet Montana Sport 1.4
Motor: Gasolina ou etanol, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando de válvulas simples no cabeçote. Injeção multiponto de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio mecânico de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 97 cv com gasolina e 102 cv com etanol a 6 mil rpm.
Torque máximo: 13,2 kgfm com gasolina e 13,5 kgfm com etanol a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 77,6 mm x 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás e barra estabilizadora. Traseira semi-independente com braços oscilantes, molas tipo barril com diâmetro variável, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás. Não oferece controle de estabilidade.
Pneus: 185/60 R15 na frente e atrás em rodas de liga leve.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS e EBD como opcional.
Carroceria: Pick-up cabine simples em monobloco com duas portas e dois lugares. Com 4,51 metros de comprimento com 1,70 m de largura, 1,58 m de altura e 2,66 de entre-eixos. Oferece airbag duplo frontal como opcional.
Peso: 1.152 kg em ordem de marcha, com 758 kg de carga útil.
Capacidade da caçamba: 1.100 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: São Caetano do Sul, São Paulo.
Lançamento: Setembro de 2010.
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Ponto a ponto


Desempenho – Os 102 cv disponíveis no motor 1.4 litro flex funcionam dignamente para a Montana. Os 1.152 kg da pick-up são empurrados com disposição. O modelo faz o zero a 100 km/h em 12,1 segundos. Nas arrancadas, a unidade de força não responde tão prontamente às investidas no pedal do acelerador. Após os 3 mil giros, no entanto, a Montana desenvolve bem e chega a velocidades acima de 150 km/h sem problemas. Nota 7.
Estabilidade – É um dos pontos fracos da Montana e das pick-ups compactas em geral. O modelo da Chevrolet não transmite confiança, sobretudo nas curvas fechadas, quando o modelo ameaça desgrudar a traseira, principalmente com a caçamba vazia. Em trechos de retas, o equilíbrio se compromete a partir dos 120 km/h, momento em que surge a sensação de flutuação e a comunicação entre rodas e volante perde a precisão. A instabilidade também ocorre nas frenagens mais intensas. A pick-up fica menos insegura nas frenagens bruscas, graças à atuação do sistema antitravamento de freios – ABS. Nota 6.
Interatividade – Na versão topo de linha Sport, a Montana chega com ajustes manuais de altura do volante e do banco do motorista – o que favorece uma posição “altinha” de condução, herdada do Agile. Por conta da tampa rebaixada, a visibilidade da pick-up compacta da Chevrolet melhorou, e muito, em relação à geração anterior. Já o câmbio tem engates curtos, que poderiam ser mais macios. Nota 7.
Consumo – As aferições apontaram uma razoável média de 7,7 km/l para a Montana Sport com etanol, em um percurso 2/3 na cidade e 1/3 na estrada. Nota 7.
Conforto – A suspensão da nova Montana é mais rígida nesta geração, ideal para pisos acidentados. Outra vantagem da pick-up compacta é o bom espaço interno e a sensação de amplitude, que propicia espaço suficiente para pernas e cabeças. Os bancos ainda têm revestimento em tecido aveludado, sendo bastante macios. Já o isolamento acústico não é um primor, mas filtra de forma competente os ruídos externos em velocidades normais. Nota 8.
Tecnologia – A unidade propulsora é a conhecida 1.4 Econo.Flex, que estreou no sedã compacto Prisma em 2006. No caso da versão “top” Sport, os destaques são os dois airbags frontais, os freios com ABS e o piloto automático. Nota 7.
Habitabilidade – Os acessos amplos da Montana agradam bastante. No interior do habitáculo, o destaque é o número vasto de porta-objetos. Atrás dos bancos dianteiros, há espaço suficiente para bolsas e tralhas das mais variadas. Na caçamba, cabem até 1.100 litros e a Montana é capaz de carregar bons 758 kg. Não deixa a desejar em relação às pick-ups compactas concorrentes. Nota 8.
Acabamento – Mesmo como a versão topo de linha, a configuração Sport está longe de ter luxos. O habitáculo até se diferencia por possuir boas texturas no revestimento das portas e dos bancos. No entanto, os plásticos do painel não são agradáveis aos olhos, apesar de ter encaixes e fechamentos precisos, e os comandos aparentam fragilidade. Outro ponto negativo são as rebarbas nas forrações do teto e do porta-malas. Nota 6.
Design – A nova geração da Montana adotou a frente do Agile, reconhecida pelo para-choque bojudo, com conjunto ótico protuberante, que vão de encontro ao para-brisa. Na traseira, o visual conservador é notado pela planura da tampa da caçamba, que leva apenas a placa de identificação. Nota 7.
Custo/Benefício – Na mudança promovida pela GM, a aparência é o principal pilar de sustentação da Montana. Só que a pick-up compacta fabricada em São Caetano do Sul “joga” também no preço. A versão topo de linha Sport chega com aparência “pseudo-esportiva” e é bastante completa. Traz trio elétrico, duplo airbag frontal, freios com ABS, controle de cruzeiro, ar automático, assento do motorista com ajuste manual de altura, estribos laterais, barra de proteção no teto, protetor de caçamba, rodas 15 polegadas, entre outros. Tudo por R$ 44.040. Um pacote idealizado para a Montana brigar com Saveiro Cross, Hoggar Escapade e Strada – nas versões Sporting e Trekking. Nota 8.
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Total – A Montana Sport 1.4 somou 71 pontos em 100 possíveis.
Impressões ao dirigir


Justa medida
Uma das principais “armas” da GM para manter as boas vendas da Montana e, quem sabe, assustar novamente a Volkswagen – que tem o segundo lugar do ranking das pick-ups compactas ocupada pela Saveiro –, é o bom custo/benefício. Mas o que impressiona mais no modelo da Chevrolet é sua capacidade de suprir as necessidades básicas de quem usa esse tipo de veículo. A Montana Sport é a mais eficiente para quem precisa de espaço. E não está disposto a desembolsar mais dinheiro para equipar o veículo com itens “extras”.
A unidade de força 1.4 litro é capaz de alcançar os 102 cv de potência com etanol, postos em ação aos 6 mil rpm. Com esta energia, o modelo consegue chegar à máxima de 170 km/h, com arrancadas razoáveis e retomadas consistentes. O câmbio, de engates curtos, é capaz de trabalhar em sincronia com o propulsor. Mas as respostas ao pedal do acelerador poderiam ser mais rápidas, especialmente em giros baixos. O trem de força leva a Montana Sport de zero a 100 km/h em bons 12,1 segundos e retoma o fôlego da pick-up média de 60 km/h a 100 km/h em eficientes 7,5 segundos em quarta marcha.
Um bom desempenho, mas que encontra certa dificuldade no comportamento da carroceria sobre o chão, especialmente em velocidades mais elevadas. É que a Montana torce bastante em trechos mais sinuosos. Nas retas, nota-se a uma perda de precisão na reação das rodas e do volante, após ultrapassar os 120 km/h. Já nas frenagens, os freios com ABS nas rodas traseiras são vitais nas situações de emergência.
Pelo menos o quesito itens de segurança é um ponto positivo da versão “top” da Montana, que chega com duplo airbag frontal, freios ABS e controle de cruzeiro. Além disso, há diversos outros atrativos, que juntos formam um pacote bastante completo em conforto e comodidade. Estão lá banco do motorista com ajuste de altura, trio, ar automático, direção hidráulica, rádio/CD com MP3 e Bluetooth, alarme, caçamba com revestimento em plástico e capota marítima, entre outros.
Com esse “pacote”, o nível de conforto dentro da Montana fica bastante interessante, completado ainda pelo espaço interno amplo. Por dentro, o vasto número de porta objetos também agrada, com lugar atrás dos bancos dianteiros para malas e volumes medianos. Só o acabamento não enche os olhos, com muito plástico e texturas que não aparentam tão boa qualidade – mas a intenção não é transmitir sofisticação. É apenas um detalhe negativo, em meio a muitas qualidades oferecidas pela Montana Sport. E é com preço competitivo que a pick-up quer conseguir uma segunda colocação do segmento.
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Por Karina Craveiro – Auto Press]

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